Conto

"Vó Zefinha esperava a cobra-canoa com o Rio Negro na boca." Uma narrativa sobre a morte, o delírio e a sede em um Amazonas que virou sertão. Quando o rio seca, o que resta é o tremor da memória e o veneno da terra. Arte: Loan Bastos.

Com o Rio Negro na boca

Quando olhei o rosto enrugado de mamãe sem vida, vi a irreconhecível fisionomia da terra. Sem compreender direito o que tinha acabado de acontecer, sem deixar...

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